Atitudes, riscos, inseguranças, desafios.
A conveniência e a comodidade parecem andar juntas nos últimos tempos. Infelizmente, elas aparecem como infelizes parasitas que persistem em consumir o potencial e a motivação do ser.
Ao menos, quando penso nas experiências vividas e observadas, entendo que a comodidade é o principal personagem da estagnação de pessoas em muitos casos, senão na maioria deles.
Por outro lado, a conveniência, aquele prazer de estar no conhecido e no seguro, é fiel aliada na forma de manter as pessoas longe do progresso. Ora, o que é conveniente parece sempre ser o melhor, ser o mais desejado. Ainda que haja possibilidades melhores e mais altas, a conveniência nos diz: ”Para quê mudar? Vamos continuar assim, é melhor para todos.”
Um novo olhar, uma nova perspectiva, um novo começo: assusta (e muito).
Quem sabe seja o instinto de sobrevivência que nos persuade a nos manter onde estamos.
A incompreensão do novo também é uma pedra no sapato que já é naturalmente desconfortável.
Uma coisa é certa: quando o andar se torna pesado, os pensamentos já não fazem sentido, as palavras não concordam, os objetivos destoam, e o sorriso começa a ser continuamente ensaiado, alguma mudança é necessária.
Mudar pra melhorar, pra aprender e até mesmo se errar, sempre é melhor do que a omissão e a conveniência.
Pensamentos Sentidos.


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